SÉRIES: ATYPICAL - MAIS UM SUCESSO ORIGINAL NETFLIX

sexta-feira, 25 de agosto de 2017 |
Já faz um tempinho que não falo sobre séries aqui, né? Mas hoje vim trazer uma novidade na Netflix, outra série original deles e que promete ser sucesso! Aliás, já esta sendo.
TMuito comentada nas redes sociais desde que foi lançada e cada vez mais as pessoas estão tendo curiosidade sobre ela, inclusive euzinha aqui tive essa curiosidade e corri para a telinha para assistir e contar aqui o que eu achei de Atypical.


Vamos começar dizendo que eu assisti a primeira temporada em apenas duas noites, mas dá tranquilamente para assistir em apenas um diazinha ou até mesmo em um sábado ou domingo que você estiver de boa. Isso porque, a série conta apenas com 8 episódios curtinhos com duração entre 30 minutinhos cada um em sua primeira temporada que teve sua estreia em 11 de Agosto de 2017.
Uma comédia puxada para o drama, a história da série baseada na vida de Sam Garner (Kier Gilchrist) que é diagnosticado ainda bem jovem com Autismo. A cada episódio vamos descobrindo algo sobre sua vida, um jovem que adora pinguins e a Antártida em si, inteligentíssimo e ao mesmo empo ingênuo, sincero e que tem muita dificuldade em calibrar as palavras, gosta de ser tocado apenas com força, trabalha em uma loja de equipamentos eletrônicos, tem dificuldade com barulhos incessantes e tem enfrentado dia após dia todas as suas questões atrás de um único objetivo, arrumar uma namorada.
Como não tem filtros ao descrever os desejos íntimos, sua sinceridade produz situações divertidas e também amargas. A tal garota aparece, mas nada é tão simples como ele imaginava.

A série, além disso, irá retratar as circunstâncias familiar do menino, sua irmã caçula, Casey (Brigette Lundy-Paine), cuida dele com todo carinho e amor do mundo, da sua forma. A mãe, Elsa (Jannifer Jason), o superprotege, mas se envolve em problemas, após perceber que seu filho está se tornando independente, e o pai, Doug (Michael Rapaport), por sua vez, é doce e amoroso, mas muitas vezes não sabe como se comportar diante das necessidades de Sam.


Basicamente, Sam está sim rodeado de pessoas que o amam e por trás de tudo isso á uma maneira adorável de passar por cima de suas incapacidades, é uma transição da dependência familiar para uma vida autonomia. Mas o que chama atenção mesmo é que, apesar de todas as limitações do personagem principal, ainda estamos vendo uma história que poderia ser minha, sua ou de qualquer outra pessoa. Assim como qualquer adolescente, tudo que Sam quer é ser enxergado pelo mundo da maneira que é.


A maneira que o roteiro se desenvolve, pescando nuances ora de drama, ora de comédia, dá o tom perfeito para o que série precisaria ser – afinal, não é simples tocar em um assunto como o autismo sem gerar polêmica, é importante trazer essa reflexão para o espectador, que muitas vezes nem conhece a doença e tem uma série de preconceitos. Mas, além do desenvolvimento do garoto, vemos os impactos que tudo isso gera na sua família, o que puxa para momentos mais dramáticos e que prometem bons desdobramentos quando a trama se desenvolver.

E quero deixar claro que estou ansiosa pelo desenrolar dessa história, a série finaliza em seu 8° episódio da primeira temporada gerando uma dúvida MUITO grande na cabeça de quem já acompanhou, deixando aquela coisa gostosa para saber o que será que pode vir acontecer no 1° episódio da 2° temporada? Não deixem de assistir e me contar o que vocês acharam depois!


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